No ano passado o MEC proporcionou aos professores uma formação com o nome de PNAIC, este ano a secretaria municipal resolveu dar continuidade a este projeto de formação de professores, com os professores, assistentes e estagiarias do município que atuam do pré ao quinto ano. Nesses encontros realizamos uma troca de conhecimentos, e recebemos uma proposta para desenvolver em sala de aula com nossos alunos. Nesse encontro tivemos que construir um mapa conceitual, e para minha surpresa muitos professores nunca tinham ouvida falar nessa ferramenta, nem mesmo sabia como fazer, mas no final deu tudo certo. E agora a proposta da escola é desenvolver um mapa com nossos alunos em sala de aula.
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Falando sobre Alfabetização !!!
Logo nas primeiras aulas do curso, tivemos uma aula magnifica
sobre alfabetização, onde a professora nos trouxe a importância de iniciar o
letramento a partir do que o aluno já sabe. Hoje durante uma formação de
professores na minha escola, a supervisora nos trouxe um material da pedagoga e
psicopedagoga Cristina Rodrigues que postou um vídeo no youtube sobre
letramento e alfabetização. Em um determinado momento no vídeo ela diz que “letramento e alfabetização tem significados
diferentes, mas acorrem simultaneamente.” No meu ponto de vista eles não
acontecem simultaneamente, na verdade o letramento vem bem antes da alfabetização,
pois as crianças aprendem a reconhecer objetos, lugares e brinquedos sem nem ao menos estarem alfabetizada, ou em processo de alfabetização. A verdade é que o letramento inicia no
momento em que a criança nasce, e a alfabetização inicia quando a criança
ingressa para o ensino fundamental, ou seja, o primeiro ano.
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
É hora de estagiar!!!
O bom educador é aquele que procura saber mais do que já sabe, que se preocupa em proporcionar um ensino de qualidade para seus educandos. O PEAD me proporcionou um conhecimento técnico que eu não tinha, Paulo Freire diz: " Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção." durante 3 anos fui construindo meu próprio aprendizado nas aulas, trabalhos e no final de cada semestre do pead, agora é chegada a hora de por em prática tudo que aprendi, e assim criar novos aprendizados.
domingo, 5 de agosto de 2018
Refletindo sobre avaliação
Quando se fala em avaliar,
sempre nos arrepiamos, pois ao mesmo tempo que é fácil avaliar um aluno acaba
se tornando muito difícil por isso no papel. Luckesi (1995) sugere que provas e
exames servem apenas para verificar o grau ou o nível de desempenho em apenas
um aspecto do desenvolvimento do aluno.
A avaliação do aluno deve
ser diária, ele deve construir o conhecimento e decorar um conhecimento pronto,
No texto disponibilizado Ferreira (1992, p. 5) nos indica que:
"Avaliar não verificar
a reprodução, mas fornecer as condições para que o aluno crie algo novo. A
avaliação deve ser o momento de questionar, de problematizar, de hipotetizar o
que já foi visto. O professor deve criar formas de avaliações, que levem em
consideração o raciocínio do aluno, sua capacidade de produzir novos
conhecimentos.
Nenhum aluno é igual a o
outro, cada um tem seu próprio potencial, uma facilidade em alguma coisa e uma
dificuldade em outra, cabe ao educador saber orienta-los, e avaliar o
desempenho de cada aluno para vencer suas dificuldades.
Aprendizagem construtivista
Concepções da aprendizagem construtivista:
- Considera as possibilidades do sujeito, e as condições do mesmo.
- Busca o conhecimento prévio do aprendiz sobre qualquer conteúdo.
- Professor cria situações especificas para diversas formas de aprender.
- Prega que o conhecimento se constitui entre a disponibilidade da informação externa e a possibilidade da construção interna.
- conhecimento visto como produto de ação e reflexão do aprendiz.
Refletindo sobre tecnologia na educação
Em todos os espaços da
sociedade sentimos a presença da tecnologia no dia a dia das pessoas,
especialmente dos jovens. O avanço e o desenvolvimento acelerado da tecnologia
têm mudado o mundo, em toda a parte a informática tornou-se um importante
instrumento de trabalho e a vida virtualmente dirigida por aplicativos e redes
sociais têm influenciado modos de comportamento e estilos de vida.
Neste cenário a escola,
enquanto instituição indispensável à socialização e formação de crianças e
adolescentes tem sido pressionada a interagir com esse universo tecnológico em
favor do ensino. É evidente que seu uso pode tornar a aprendizagem mais
significativa e sobretudo mais atraente, contudo a mera instrumentalização das
escolas não é garantia de utilização efetiva no processo educativo. Enquanto
ferramenta a tecnologia nada constrói e é desafiador a professores e gestores
dos sistemas de ensino a missão de dominar não só as tecnologias como também
todas as suas possibilidades de utilização pedagógica.
A rapidez das inovações nem
sempre corresponde à capacitação dos professores para sua utilização e
aplicação. Fatores como falta de recursos ou de infraestrutura e também o
despreparo dos professores, que via de regra não tem acesso à tecnologia em sua
formação, muitas vezes levam equipes escolares a se indisporem quanto a sua
utilização e aplicação. Para diminuir a tensão entre as exigências que a
sociedade faz sobre a escola e a própria cultura escolar, construída ao longo de anos em cima de uma estrutura de
poder baseada na transmissão de conhecimentos historicamente acumulados e
transformados em conteúdos curriculares, é fundamental o investimento na
formação continuada do professor.
Resenha
Desafios da EJA
O texto
inicia trazendo os maiores desafios que encontramos na educação de jovens e
adultos, que é a dificuldades em ensinar, em lidar com a motivação, em
conseguir ganhos de consciência são permanentes nos depoimentos daqueles que
buscaram o trabalho com adultos das camadas populares. Lidar com a motivação
dos alunos da EJA não é uma tarefa fácil, pois a maioria desses alunos chegam
na escola já cansados de um dia de trabalho, pensando em outros problemas,
enquanto outros sofrem com a vergonha de voltar a escola, enfim os alunos da
EJA chegam em sala de aula com um certo conhecimento de letramento, mas com uma
grande bagagem de conhecimento, de experiência no mundo, diferente das crianças
que não possuem essa vasta bagagem de conhecimento do mundo. Paulo Freire nos
diz” Para construir o mundo é preciso primeiro sonhá-lo” e muitos dos educando
que frequentam tem alguma noção da escrita e precisamos resgatar com materiais
lúdicos, oralidade trazendo para o contexto escolar suas realidades, sua
leitura do mundo e seu contexto em que estão inseridos, por isso a importância
de trazer para a sala de aula assuntos dia a dia dos alunos, e para podermos
ter noção do nível de conhecimento dos alunos o educador deve manter
diariamente o diálogo em sala de aula.
Muitos
alunos da EJA procuram estudar por se sentir excluído da sociedade por não ser
alfabetizado Hara diz” Sociedade excludente, que marginaliza a grande maioria
pobre, acaba por negar as condições mínimas para a realização da escolarização
das camadas populares, e, quando isto ocorre, a escolarização é destituída da
qualidade necessária. Em busca de uma qualidade melhor de vida muitos adultos
acabam superando o medo e a vergonha e voltando a escola pensando que lá irá
resolver seus problemas, mas infelizmente não é bem assim, pois a escola ainda
enfrente dificuldades para atender as demandas de alunos.
Fazer
com que o aluno aprenda de acordo com a realidade da sociedade em que está
inserido, é facilitar o campo de pesquisa, pois o aluno vai explorar e
construir seu aprendizado a partir de assuntos que já conhece, isso vai fazer o
aluno associar sua alfabetização com mundo, segundo Paulo Freire o processo de
aprendizagem é dinâmico e ativo. Quando aceitamos que o homem seja sujeito na
compreensão do mundo, aceitamos que também o seja na construção do seu
conhecimento sobre a escrita, uma parcela do conhecimento social. Paulo Freire
entende alfabetização como um ato de conhecimento, no qual "aprender a ler
e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou frases, mas refletir
criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e sobre o profundo
significado da linguagem".
Referência
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3.
ed. São Paulo: CEDI, 1992.
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Pedagogia de Comênio
Mesmo nos dias atuais é
muito comum encontrar vários elementos da pedagogia de Comênico em nosso
cotidiano de sala de aula. Segundo Comênico em “Didática Magna 1657) destaca
quatro elementos importantes para a pedagogia.
1. A consideração do aluno:
Este elemento é da maior importância, até porque em muitas pedagogias
tradicionais, o aluno, suas necessidades e suas capacidades não são
consideradas, o enfoque da pedagogia se concentra no professor e nos conteúdos
a serem trabalhados. Ao contrário disso, Comênio chama a atenção para respeitar
a capacidade de compreensão do aluno (cap. 16), não sobrecarregar as aulas,
progredir do fácil para o difícil, cuidar da motivação dos alunos (cap. 17),
animar os alunos a ensinarem uns aos outros (cap. 18) e alterar o trabalho com
descanso através de conversa, brincadeira ou música (cap. 15).
2. O ensino igual para
todos: Como Comênio já explica no prefácio, a importância da educação para o
ser humano exige uma educação para homens e mulheres e para todos os grupos
sociais.
3. O realismo do ensino: A
aprendizagem deve começar, segundo Comênio, a partir dos sentidos, da
percepção, da experiência do aluno, e não a partir de teorias abstratas. Neste
sentido, Comênio acusa as escolas de formarem alunos que normalmente só conseguem
repetir nomes e conceitos sem compreenderam do que estão falando. Contra isso,
ele propõe que os alunos façam experiências por conta própria e aprendam a
partir das próprias observações e não somente repetindo o que outras pessoas
disseram (cap. 18).
4. Finalmente queremos
destacar a importância que Comênio atribui ao bom relacionamento entre
professor e aluno como fundamento para a aprendizagem do aluno (cap.19).
É incrível descobrir que nos dias de hoje ainda tentamos
pôr em pratica uma pedagogia que foi descoberta a mais de 300 anos, e ainda
assim muitas vezes encontramos dificuldades para exerce-la.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Planejamento
Antigamente o planejamento escolar era focado somente para uma aula e direcionado para área do conhecimento escolar, com o passar do tempo fomos evoluindo e com com isso tivemos que modificar nossos planejamentos para poder alcançar os objetivos. O planejamento serve para nos nortear durante a aula, imprevistos sempre surgem mas se tivermos um planejamento apropriado facilitará o improviso.
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Tecnologia e Metodologia
Segundo Eliane Schlemmer no texto O trabalho do professor e as novas tecnologias "Mais do que se adaptar às novas tecnologias, os professores devem ser protagonistas dessa nova realidade"
Para se trabalhar com a tecnologia os educadores devem domina-las para poder apresenta-lo aos seus alunos e assim poder mediar o conhecimento, não adianta equipar as salas de aula com tecnologias de última geração se o educador não conseguir associar o ensino com a tecnologia.
"É preciso saber identificar as metodologias que permitem tirar o máximo de proveito das tecnologias digitais em relação ao desenvolvimento humano."
Referência:
Texto disponibilizado na disciplina de ETC's
terça-feira, 31 de julho de 2018
Alfabetização e empowerment político
O primeiro texto disponibilizado nos traz o teórico social
Italiano Antonio Gramsci que encara a alfabetização como um conceito e como uma
prática social que devem estar historicamente vinculados, de um lado a
configuração do conhecimento e do poder, do outro lado a luta política e
cultural pela linguagem e pela experiência.
Para Gramsci a alfabetização tinha dois propósitos, podia ser a favor do
empowerment individual e social, ou para a perpetuação de relações de repressão
e de dominação, mas Gramsci acreditava que a alfabetização deveria ser encarada
como uma construção social.
O texto também destaca que o analfabetismo não é meramente a
incapacidade de ler e escrever, é também um indicador cultural para nomear
formas de diferença dentro da lógica da teoria da privação cultural.
No texto alfabetização e letramento nos faz refletir que a
alfabetização vai muito além de decorar o alfabeto ou a tabuada, pois decorar
não aprender, aprender é dominar o assunto em questão é saber seu real
significado sua origem. Segundo a autora do texto Maria Aparecida Alferes,
“Atualmente, para que possamos nos considerar alfabetizados, não basta saber
ler e escrever, ou seja, a ideia de alfabetização vai muito além do domínio do
alfabeto.”
Segundo Silva e Ferreira (2007) o tema alfabetização avançou
na discussão teórica, visto que, hoje é um tema que agrega em torno dele
estudos e reflexões de vários campos do conhecimento, tais como: psicologia,
sociologia, história da educação, linguística, psicolinguística, entre outros.
Avançou-se no próprio conceito, pois além da criação do conceito de letramento,
reinventou-se a alfabetização (Soares, 2004).
Para Freire no texto alfabetização: Ensinar não
é transmitir, mas estabelecer condições para sua construção, sendo que quanto
mais crítico for este processo (ensinar e aprender) tanto mais se amplia a vontade
de saber, a curiosidade epistemológica diante dos desafios que o mundo
apresenta. Então para Freire quanto mais desafiador o aprendizado maior é o
interesse do educando, o educador deve ser o mediador do conhecimento orientado
o educando a construir hipóteses criando possibilidades para chegar ao seu
objetivo, isso é uma aprendizagem significativa onde o educando está
construindo seu conhecimento.
Não se aprende a ler e escrever somente copiando dos livros,
ou das cartinhas, o educando precisa explorar, formular ideias, concordar e
discordar para chegar ao conhecimento.
Referência
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia, Saberes necessários a prática educativa. 1. ed. São Paulo, Paz e Terra, 1996.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
EJA e seus encantos
Realizar a pesquisa de campo com educadores da EJA, foi apaixonante pois ouvi relatos emocionantes, nunca trabalhei com educação de jovens e adultos, mas confesso que depois desse trabalho fiquei com muita vontade.
Os alunos da EJA são aqueles alunos que por vários motivos não puderam ingressar na escola ou não puderam concluir seus estudos na época certa, mas que seguiram a vida normalmente, só que por algum motivo (onde cada aluno tem o seu motivo) voltaram para e escola, para aprender a ler e escrever. Alfabetizar um aluno da EJA é diferente que alfabetizar uma criança, o adulto chega a escola com uma vasta noção de letras e números devida a sua bagagem cultural e do mundo, tendo assim mais noção das palavras, isso nem sempre significa que o adulto terá mais facilidade de aprender a ler e escrever, ao contrário devido a sua fala muitas vezes errada acaba dificultando o aprendizado.
Os alunos da EJA são aqueles alunos que por vários motivos não puderam ingressar na escola ou não puderam concluir seus estudos na época certa, mas que seguiram a vida normalmente, só que por algum motivo (onde cada aluno tem o seu motivo) voltaram para e escola, para aprender a ler e escrever. Alfabetizar um aluno da EJA é diferente que alfabetizar uma criança, o adulto chega a escola com uma vasta noção de letras e números devida a sua bagagem cultural e do mundo, tendo assim mais noção das palavras, isso nem sempre significa que o adulto terá mais facilidade de aprender a ler e escrever, ao contrário devido a sua fala muitas vezes errada acaba dificultando o aprendizado.
"Aprender a ler e escrever, mesmo que seja um desejo
individual legítimo (para melhorar de vida) e uma necessidade imposta
socialmente, não pode esgotar-se nesses dois aspectos, ao contrário, a
alfabetização precisa ser compreendida como um conhecimento ampliador, pois alfabetizar-se
"é participar, junto com outras pessoas, de um universo ampliado da própria
curiosidade humana. Essa matriz da consciência, junto com o conhecimento e o
sofrimento" (BRANDÃO 2006, p. 441)."
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Práticas pedagógicas
Para paulo Freire não existe alfabetização e educação sem o princípio da conscientização das mesmas. Freire fala da importância de conhecer o aluno e suas vivencias, iniciando assim o aprendizado a partir do que o aluno já sabe. Classificando assim em "Investigação, Tematização e Problematização".
Investigação- Professores e alunos buscam assuntos importantes do mundo em que vivem.
Tematização- Alunos e professores fazem uma analise e reflexão social.
Problematização- Os alunos são desafiados e inspirados por seus professores, a se tornarem críticos sobre o contexto vivido, buscando respostas e propondo soluções.
Investigação- Professores e alunos buscam assuntos importantes do mundo em que vivem.
Tematização- Alunos e professores fazem uma analise e reflexão social.
Problematização- Os alunos são desafiados e inspirados por seus professores, a se tornarem críticos sobre o contexto vivido, buscando respostas e propondo soluções.
terça-feira, 17 de julho de 2018
domingo, 3 de junho de 2018
Refletindo
Segundo Rays (2000) "Planejamento de ensino: Um ato político pedagógico".
" Pensar para repensar...repensar para agir...agir para transformar..."
O educador é um transformador de ideias, diante de seus educandos ele é o mediador do conhecimento, e deve mostrar para seus alunos que muitas vezes para aprendermos precisamos desconstruir alguns conhecimentos que pensamos já possuir, para instigar a vontade do saber mais.
O pensar para repensar, é voltar a pensar e analisar aquilo que entendemos.
" Pensar para repensar...repensar para agir...agir para transformar..."
O educador é um transformador de ideias, diante de seus educandos ele é o mediador do conhecimento, e deve mostrar para seus alunos que muitas vezes para aprendermos precisamos desconstruir alguns conhecimentos que pensamos já possuir, para instigar a vontade do saber mais.
O pensar para repensar, é voltar a pensar e analisar aquilo que entendemos.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Observar e planejar.
Atuo na educação como professora estagiaria de uma turma de pré 2, onde tenho alunos de 5 e 6 anos. A turma é bastante agitada não só por causa da idade, mas por que a maioria dos alunos são meninos, a turma é composta por 12 meninos e 4 meninas apenas. O professor titular procura planejar suas aulas de acordo com a curiosidades que os alunos demonstram em sala de aula. Outro dia os alunos começaram a cantar uma música popular que toca bastante nas rádios, de repente surgiu divergências entre os alunos por causa da letra da música, o professor não conhecia a musica nem a letra porque não é ritmo de música que ele tem por habito ouvir, mas pegou o celular e foi ver a letra correta para acaber com a discussão, então ele começou a cantar a música com os alunos. Passado alguns dias ele chegou na sala e tocando violão começou a cantar novamente a mesma múcica com os alunos, quando terminaram de cantar o professor ensinou uma letra nova, mas no mesmo ritmo foi muito muito legal pois o professor soube trazer para a sala de aula uma musica com o ritmo que eles gostam com a letra voltada para a educação.
"Paulo Freire diz que temos que partir da realidade do aluno", e esse exemplo que tive foi a tradução dessa frase.
Quem não conhece a música "Dona Maria" https://www.youtube.com/watch?v=qaPDDTLkB2U
Agora a nova versão no ritmo de Dona Maria:
" Me desculpa ser assim desse jeito,
sou criança e ainda não sei direito
por que regra e como é que se faz
e tem tanta brincadeira que não sei
qual gosto mais
Fiz três vezes e ainda não fiz direito
fiz errado mas mereço respeito
gente grande manda, fala, fala. fala...
o adulto sabe tudo mas também faz
muita coisa errada ....
REFRÃO
Com alegria eu vim aprender fazer folia
Na escola o aprendizado é todo dia
Minha família é um presente do céu
Deus me enviou pra que eu entenda meu papel."
"Paulo Freire diz que temos que partir da realidade do aluno", e esse exemplo que tive foi a tradução dessa frase.
Quem não conhece a música "Dona Maria" https://www.youtube.com/watch?v=qaPDDTLkB2U
Agora a nova versão no ritmo de Dona Maria:
" Me desculpa ser assim desse jeito,
sou criança e ainda não sei direito
por que regra e como é que se faz
e tem tanta brincadeira que não sei
qual gosto mais
Fiz três vezes e ainda não fiz direito
fiz errado mas mereço respeito
gente grande manda, fala, fala. fala...
o adulto sabe tudo mas também faz
muita coisa errada ....
REFRÃO
Com alegria eu vim aprender fazer folia
Na escola o aprendizado é todo dia
Minha família é um presente do céu
Deus me enviou pra que eu entenda meu papel."
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Oficina de " Educação Inclusiva"
Hoje participei de uma oficina de educação inclusiva. A oficina iniciou com uma simples pergunta:
" Qual a melhor forma de conhecer um individuo/aluno?"
A maioria respondeu que a melhor forma de conhecer um, individuo/aluno é se aproximando, tentando interagir com ele.
Mas na verdade não é esta a melhor maneira de se conhecer o individuo/aluno, porque se o mesmo tiver alguma especificidade ele pode não interagir como os demais. Diante disso, observar é melhor forma de conhecer qualquer individuo inclusive os neuro tipos (ditos normais). Foi falado também na diferença entre integrar e incluir, incluir o aluno com necessidades especiais é torna-lo participante da turma, e integrar o aluno com necessidades especiais é simplesmente deixa-lo entrar na sala de aula e não incluir ele nas atividades com os demais alunos.
Durante a palestra teve exemplos algumas técnicas e jogos que auxiliam na aprendizagem de alunos autistas.
Foi uma tarde de muito aprendizado, acho que deveríamos ter mais oficinas assim.
" Qual a melhor forma de conhecer um individuo/aluno?"
A maioria respondeu que a melhor forma de conhecer um, individuo/aluno é se aproximando, tentando interagir com ele.
Mas na verdade não é esta a melhor maneira de se conhecer o individuo/aluno, porque se o mesmo tiver alguma especificidade ele pode não interagir como os demais. Diante disso, observar é melhor forma de conhecer qualquer individuo inclusive os neuro tipos (ditos normais). Foi falado também na diferença entre integrar e incluir, incluir o aluno com necessidades especiais é torna-lo participante da turma, e integrar o aluno com necessidades especiais é simplesmente deixa-lo entrar na sala de aula e não incluir ele nas atividades com os demais alunos.
Durante a palestra teve exemplos algumas técnicas e jogos que auxiliam na aprendizagem de alunos autistas.
Foi uma tarde de muito aprendizado, acho que deveríamos ter mais oficinas assim.
Escola democrática
A escola
" Escola é...
O lugar onde se faz amigos não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se escolhe, se estima.
O diretor é gente,
o coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ilha cercada de gente por todos os lados.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém
nada de ser como um tijolo que
forma a parede,
indiferente, frio e só.
Importante na escola não é só estudar,
não é só trabalhar,
é também criar laços de amizades,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se amarrar nela!
Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil estudar,
trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
ser feliz."
Paulo Freire
Ao ler esse texto veio em minha mente o curta que assistimos na aula do seminário integrador (https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=Rumvh3QnL38), na minha opinião Paulo Freire relata nesse texto a prática de uma escola democrática, onde as pessoas são tratadas de igual a igual, todos se respeitam e se ajudam, e assim constroem o conhecimento.
terça-feira, 20 de março de 2018
Bem vindo 7º semestre!!!
E assim iniciamos cada semestre, com muita ansiedade, muitas duvidas, perguntas e inquietações, com até mesmo um certo receio de tudo que está por vim. São perguntas como:
Como será o semestre?
Esse semestre vai ser difícil?
Como será os nossos professores?
O que vamos aprender ?
Será que darei conta de tudo?
Se pararmos para analisar nossos sentimentos são muito semelhantes com os sentimentos de nossos alunos no inicio de cada ano letivo, isso que já somos adultos. Teoricamente não eramos para sentirmos nada disso, mas o ser humano é assim, o novo sempre nos causa novos sentimentos, e o bom resultado vai ser conforme a nossa reação diante do desses sentimentos dos novos conhecimentos que estão por vim. Então seja muito bem vindo ...
7º SEMESTRE !!!
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Diversidade Cultural X Escola
Ao assistir esse vídeo abaixo, lembrei-me logo da primeira da aula da disciplina de Escola, Cultura e Sociedade, onde debatemos sobre a dificuldade que as escolas encontram em abordar sobre a diversidade cultural de uma forma natural. Nossa sociedade mudou, e com essa mudança surgiram novos princípios, novos sonhos, nova forma de vida, assim vai se adquirindo uma sociedade com características especificas. As famílias vem se estruturando de formas não tão tradicional, mas não deixam de ser famílias.
O professor do vídeo encontrou uma forma diferente de ensinar sua disciplina, que por sinal não é nada fácil, (Física) usando o gosto musical da maioria de seus alunos, no inicio podemos ver que eles estranharam um pouco, e até acharam engraçado, mas no final eles adoraram, a forma que o professor arrumou de fazer eles entenderem a matéria. Ao meu ver temos sim que trazer assuntos da atualidade para dentro da sala de aula, deixar com que o aluno crie ligações do que aprende na sala de aula com o que ele aprende no mundo.
Mas ao refletir de verdade sobre essa forma descontraída da aula desse professor eu me questionei:
"Será que esses alunos realmente aprenderam, ou só decoraram a regra com mais facilidade por causa do ritmo da música criada pelo professor?"
Mas temos que ter cuidado para simplesmente não ensinarmos para os nossos alunos uma forma de decorar diferente de antigamente.
Parabéns para esse professor que deu uma aula que até eu gostaria de participar.
https://www.youtube.com/watch?v=BahUMAWjA7Q
O professor do vídeo encontrou uma forma diferente de ensinar sua disciplina, que por sinal não é nada fácil, (Física) usando o gosto musical da maioria de seus alunos, no inicio podemos ver que eles estranharam um pouco, e até acharam engraçado, mas no final eles adoraram, a forma que o professor arrumou de fazer eles entenderem a matéria. Ao meu ver temos sim que trazer assuntos da atualidade para dentro da sala de aula, deixar com que o aluno crie ligações do que aprende na sala de aula com o que ele aprende no mundo.
Mas ao refletir de verdade sobre essa forma descontraída da aula desse professor eu me questionei:
"Será que esses alunos realmente aprenderam, ou só decoraram a regra com mais facilidade por causa do ritmo da música criada pelo professor?"
Mas temos que ter cuidado para simplesmente não ensinarmos para os nossos alunos uma forma de decorar diferente de antigamente.
Parabéns para esse professor que deu uma aula que até eu gostaria de participar.
https://www.youtube.com/watch?v=BahUMAWjA7Q
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
O que é Censo Escolar ?
O censo escolar é um
levantamento que mobiliza todas as escolas públicas e privadas de educação
básicas realizada todos os anos pelo ministério da educação, e tem por
finalidade obter um retrato fiel da educação brasileira. O Censo é o principal
instrumento de coleta de informações da Educação Básica, uma vez que abrange as
suas diferentes etapas e modalidades: ensino regular (Educação Infantil e
Ensinos Fundamental e Médio), Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos
(EJA).
Os dados do Censo são
coletados com a colaboração das secretarias estaduais e municipais de Educação,
além de todas as escolas públicas e privadas do País. A coleta das informações
é realizada por meio de um sistema de acesso chamado Educacenso, que as
armazena em um computador central na sede do Inep em Brasília. Os dados são
declaratórios e quem preenche o relatório é o diretor da escola ou uma pessoa
designada por ele. De acordo com a portaria Nº 269 de 23 de março de 2017
Estabelece as datas e o respectivos responsáveis para as duas etapas de coleta
e atividade de processo de execução do censo escolar da educação básica de 2017.
O censo coleta informações
de infraestrutura disponível, as dependências existentes, os equipamentos e as
etapas e modalidades de escolarização oferecidas. De cada aluno, são coletados
dados como sexo, cor/raça, idade, etapa e escolaridade de ensino que frequenta,
nacionalidade, local de nascimento, turma que frequenta, a utilização de
transporte escolar e se é portador de deficiência (caso sim, qual tipo). A
formação dos docentes e os tipos de turma existentes também fazem parte das
questões do Educacenso. Segundo a portaria MEC Nº 197 de 7 de março de 2014,
(Dispõe sobre a obrigatoriedade das instituições de educação básica, de
educação superior e educação profissional e tecnológica ofertantes de cursos de
capacitação profissional técnico de nível médio e de cursos de formação e
continua ou qualificação profissional articulados à educação básica a responder
anualmente ao censo escolar da educação básica.)
O Censo Escolar é muito mais
do que uma contagem de alunos. Esta pesquisa cumpre um papel estratégico por
fornecer subsídios indispensáveis para a definição de políticas para a melhoria
da qualidade do ensino. Foi com base nos dados apurados pelo Censo que se
detectou como um dos principais problemas do ensino fundamental a incidência de
elevadas taxas de distorção idade/série, por sua vez reflexo das elevadas taxas
de reprovação e abandono escolar.
Método Clínico
O método clinico é muito importante para analisar
o aluno no ambiente escolar, e auxilia a construção do conhecimento do aluno,
pois o estimula a criar hipóteses para o entendimento e esclarecimento de
problemas/situações através de investigações e conclusões criadas pelo próprio
aluno. Diante disso cabe ao professor saber olhar com um olhar mais atento,
para saber captar todos os momentos de aprendizagem dos alunos, assim como as
curiosidades que eles demonstram. É necessário que o professor desafie seu
aluno, para poder entender e compreender a organização e a forma de raciocino
de seu aluno.
O método clínico-crítico utilizado por Jean
Piaget em suas pesquisas tem como característica principal a intervenção
sistemática do experimentador diante da conduta do sujeito, seja na relação
verbal e ou na manipulação de objetos com explicação, por meio de respostas às
explicações ao conteúdo em questão, dadas pelo sujeito. Delval (2002).
Referencias
Denise Rocha Pereira “Reflexão Sobre o Método
Clínico-Crítico Piagetiano: Teoria e Prática”, a autora escreve uma citação de
Delval:
- DELVAL, Juan. Introdução à prática do método
clínico. Descobrindo o pensamento das crianças. Porto Alegre: ARTMED, 2002.
Assinar:
Postagens (Atom)