quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Ler é viajar na imaginação !

         Ler é mergulhar num mundo mágico, é viajar para lugares desconhecidos através da imaginação. A escola deve ser grande responsável por ajudar os alunos a embarcarem nesta viagem, transformando-os em leitores.
          Não é difícil prender a atenção das crianças, quando é hora de contar histórias, pois a maioria dos alunos esperam por esse momento. É através da contação de história, que a criança relaciona o mundo real com o mundo da imaginação. O professor não deve limitar-se a ler e repetir o que já foi dito, no caso de reconto do texto, o exercício será cansativo e desinteressante, pois a criança é sensível à magia das palavras. Se a história foi mágica para o aluno, vale relê-la incansavelmente. Se a história não emocionou a criança com suas palavras, não será pela repetição em sala que ira emocioná-la. O importante é fazer a criança pensar.

      Nessa foto acima foi registrado a hora do conta com a história "A mochila de Camila", os alunos interagiram com a história e após puderam explorar a mochila com os objetos, e comparar com o livro, foi um momento de muita interação entre todos.

Reflexão sobre postagem: dedosanjos.blogspot.com/2016/07/semana-passada-concluimos-o-projeto.html


Sobre Ludicidade e sua importância


    O professor deve procurar formas para contribuir na formação de cidadãos, ao refletir em sua prática pedagógica e ao trabalhar a atividade lúdica de forma que o aluno aprenda brincado. De acordo com Freire (1996, p. 59), “Saber que deve respeito à autonomia do educando exige de mim uma prática coerente”.

            Essas palavras levam-nos a refletir sobre a necessidade de uma prática pedagógica que respeite a individualidade do aluno. “Para brincar de modo efetivo, as crianças precisam de companheiros de brincadeiras, materiais, áreas, oportunidade, espaço, tempo, entre outros” (MOYLES, 2002, p. 106).

                As atividades lúdicas podem ser uma brincadeira, um jogo ou qualquer outra atividade que permita tentar uma situação de interação. Porém, mais importante do que o tipo de atividade lúdica é a forma como é dirigida e como é vivenciada, e o porquê de estar sendo realizada.
            Toda criança que participa de atividades lúdicas, adquire novos conhecimentos e desenvolve habilidades de forma natural e agradável, que gera um forte interesse em aprender e garante o prazer. Na educação infantil, por meio das atividades lúdicas a criança brinca, joga e se diverte. Ela também age, sente, pensa, aprende e se desenvolve. As atividades lúdicas podem ser consideradas, tarefas do dia a dia na educação infantil.














Desafiar o aluno e deixar com que ele mesmo descubra sua capacidade, isso é dar autonomia ao aluno.

Reflexão da postagem: dedosanjos.blogspot.com/2015/11/eu-acredito-que-as-atividades-ludicas.html



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Olha ele aqui !!!

No ano passado o MEC proporcionou aos professores uma formação com o nome de PNAIC, este ano a secretaria municipal resolveu dar continuidade a este projeto de formação de professores, com os professores, assistentes e estagiarias do município que atuam do pré ao quinto ano. Nesses encontros realizamos uma troca de conhecimentos, e recebemos uma proposta para desenvolver em sala de aula com nossos alunos. Nesse encontro tivemos que construir um mapa conceitual, e para minha surpresa muitos professores nunca tinham ouvida falar nessa ferramenta, nem mesmo sabia como fazer, mas no final deu tudo certo. E agora a proposta da escola é desenvolver um mapa com nossos alunos em sala de aula.


Falando sobre Alfabetização !!!


Logo nas primeiras aulas do curso, tivemos uma aula magnifica sobre alfabetização, onde a professora nos trouxe a importância de iniciar o letramento a partir do que o aluno já sabe. Hoje durante uma formação de professores na minha escola, a supervisora nos trouxe um material da pedagoga e psicopedagoga Cristina Rodrigues que postou um vídeo no youtube sobre letramento e alfabetização. Em um determinado momento no vídeo ela diz que “letramento e alfabetização tem significados diferentes, mas acorrem simultaneamente.” No meu ponto de vista eles não acontecem simultaneamente, na verdade o letramento vem bem antes da alfabetização, pois as crianças aprendem a reconhecer objetos, lugares e brinquedos sem nem ao menos estarem alfabetizada, ou em processo de alfabetização. A verdade é que o letramento inicia no momento em que a criança nasce, e a alfabetização inicia quando a criança ingressa para o ensino fundamental, ou seja, o primeiro ano.



Refletindo sobre a postagem: dedosanjos.blogspot.com

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

É hora de estagiar!!!




Chegou a hora de estagiar, é um misto de sentimento, um pouco de medo, muita ansiedade, até uma certa insegurança se tudo dará certo, mas é essencial essa etapa para podermos concluir um ciclo. O estágio é o momento de colocar em prático o que aprendemos ao longo do curso, de tomarmos nossas próprias decisões e comparar a realidade com a teoria, e assim ter certeza do que da certo.

O bom educador é aquele que procura saber mais do que já sabe, que se preocupa em proporcionar um ensino de qualidade para seus educandos. O PEAD me proporcionou um conhecimento técnico que eu não tinha, Paulo Freire diz: " Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção." durante 3 anos fui construindo meu próprio aprendizado nas aulas, trabalhos e no final de cada semestre do pead, agora é chegada a hora de por em prática tudo que aprendi, e assim criar novos aprendizados.

domingo, 5 de agosto de 2018

Refletindo sobre avaliação




Quando se fala em avaliar, sempre nos arrepiamos, pois ao mesmo tempo que é fácil avaliar um aluno acaba se tornando muito difícil por isso no papel. Luckesi (1995) sugere que provas e exames servem apenas para verificar o grau ou o nível de desempenho em apenas um aspecto do desenvolvimento do aluno. 
A avaliação do aluno deve ser diária, ele deve construir o conhecimento e decorar um conhecimento pronto, No texto disponibilizado Ferreira (1992, p. 5) nos indica que: 
"Avaliar não verificar a reprodução, mas fornecer as condições para que o aluno crie algo novo. A avaliação deve ser o momento de questionar, de problematizar, de hipotetizar o que já foi visto. O professor deve criar formas de avaliações, que levem em consideração o raciocínio do aluno, sua capacidade de produzir novos conhecimentos. 
Nenhum aluno é igual a o outro, cada um tem seu próprio potencial, uma facilidade em alguma coisa e uma dificuldade em outra, cabe ao educador saber orienta-los, e avaliar o desempenho de cada aluno para vencer suas dificuldades. 



Aprendizagem construtivista

Concepções da aprendizagem construtivista:

  • Considera as possibilidades do sujeito, e as condições do mesmo. 
  • Busca o conhecimento prévio do aprendiz sobre qualquer conteúdo. 
  • Professor cria situações especificas para diversas formas de aprender. 
  • Prega que o conhecimento se constitui entre a disponibilidade da informação externa e a possibilidade da construção interna. 
  • conhecimento visto como produto de ação e reflexão do aprendiz.