Antigamente o planejamento escolar era focado somente para uma aula e direcionado para área do conhecimento escolar, com o passar do tempo fomos evoluindo e com com isso tivemos que modificar nossos planejamentos para poder alcançar os objetivos. O planejamento serve para nos nortear durante a aula, imprevistos sempre surgem mas se tivermos um planejamento apropriado facilitará o improviso.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Tecnologia e Metodologia
Segundo Eliane Schlemmer no texto O trabalho do professor e as novas tecnologias "Mais do que se adaptar às novas tecnologias, os professores devem ser protagonistas dessa nova realidade"
Para se trabalhar com a tecnologia os educadores devem domina-las para poder apresenta-lo aos seus alunos e assim poder mediar o conhecimento, não adianta equipar as salas de aula com tecnologias de última geração se o educador não conseguir associar o ensino com a tecnologia.
"É preciso saber identificar as metodologias que permitem tirar o máximo de proveito das tecnologias digitais em relação ao desenvolvimento humano."
Referência:
Texto disponibilizado na disciplina de ETC's
terça-feira, 31 de julho de 2018
Alfabetização e empowerment político
O primeiro texto disponibilizado nos traz o teórico social
Italiano Antonio Gramsci que encara a alfabetização como um conceito e como uma
prática social que devem estar historicamente vinculados, de um lado a
configuração do conhecimento e do poder, do outro lado a luta política e
cultural pela linguagem e pela experiência.
Para Gramsci a alfabetização tinha dois propósitos, podia ser a favor do
empowerment individual e social, ou para a perpetuação de relações de repressão
e de dominação, mas Gramsci acreditava que a alfabetização deveria ser encarada
como uma construção social.
O texto também destaca que o analfabetismo não é meramente a
incapacidade de ler e escrever, é também um indicador cultural para nomear
formas de diferença dentro da lógica da teoria da privação cultural.
No texto alfabetização e letramento nos faz refletir que a
alfabetização vai muito além de decorar o alfabeto ou a tabuada, pois decorar
não aprender, aprender é dominar o assunto em questão é saber seu real
significado sua origem. Segundo a autora do texto Maria Aparecida Alferes,
“Atualmente, para que possamos nos considerar alfabetizados, não basta saber
ler e escrever, ou seja, a ideia de alfabetização vai muito além do domínio do
alfabeto.”
Segundo Silva e Ferreira (2007) o tema alfabetização avançou
na discussão teórica, visto que, hoje é um tema que agrega em torno dele
estudos e reflexões de vários campos do conhecimento, tais como: psicologia,
sociologia, história da educação, linguística, psicolinguística, entre outros.
Avançou-se no próprio conceito, pois além da criação do conceito de letramento,
reinventou-se a alfabetização (Soares, 2004).
Para Freire no texto alfabetização: Ensinar não
é transmitir, mas estabelecer condições para sua construção, sendo que quanto
mais crítico for este processo (ensinar e aprender) tanto mais se amplia a vontade
de saber, a curiosidade epistemológica diante dos desafios que o mundo
apresenta. Então para Freire quanto mais desafiador o aprendizado maior é o
interesse do educando, o educador deve ser o mediador do conhecimento orientado
o educando a construir hipóteses criando possibilidades para chegar ao seu
objetivo, isso é uma aprendizagem significativa onde o educando está
construindo seu conhecimento.
Não se aprende a ler e escrever somente copiando dos livros,
ou das cartinhas, o educando precisa explorar, formular ideias, concordar e
discordar para chegar ao conhecimento.
Referência
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia, Saberes necessários a prática educativa. 1. ed. São Paulo, Paz e Terra, 1996.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
EJA e seus encantos
Realizar a pesquisa de campo com educadores da EJA, foi apaixonante pois ouvi relatos emocionantes, nunca trabalhei com educação de jovens e adultos, mas confesso que depois desse trabalho fiquei com muita vontade.
Os alunos da EJA são aqueles alunos que por vários motivos não puderam ingressar na escola ou não puderam concluir seus estudos na época certa, mas que seguiram a vida normalmente, só que por algum motivo (onde cada aluno tem o seu motivo) voltaram para e escola, para aprender a ler e escrever. Alfabetizar um aluno da EJA é diferente que alfabetizar uma criança, o adulto chega a escola com uma vasta noção de letras e números devida a sua bagagem cultural e do mundo, tendo assim mais noção das palavras, isso nem sempre significa que o adulto terá mais facilidade de aprender a ler e escrever, ao contrário devido a sua fala muitas vezes errada acaba dificultando o aprendizado.
Os alunos da EJA são aqueles alunos que por vários motivos não puderam ingressar na escola ou não puderam concluir seus estudos na época certa, mas que seguiram a vida normalmente, só que por algum motivo (onde cada aluno tem o seu motivo) voltaram para e escola, para aprender a ler e escrever. Alfabetizar um aluno da EJA é diferente que alfabetizar uma criança, o adulto chega a escola com uma vasta noção de letras e números devida a sua bagagem cultural e do mundo, tendo assim mais noção das palavras, isso nem sempre significa que o adulto terá mais facilidade de aprender a ler e escrever, ao contrário devido a sua fala muitas vezes errada acaba dificultando o aprendizado.
"Aprender a ler e escrever, mesmo que seja um desejo
individual legítimo (para melhorar de vida) e uma necessidade imposta
socialmente, não pode esgotar-se nesses dois aspectos, ao contrário, a
alfabetização precisa ser compreendida como um conhecimento ampliador, pois alfabetizar-se
"é participar, junto com outras pessoas, de um universo ampliado da própria
curiosidade humana. Essa matriz da consciência, junto com o conhecimento e o
sofrimento" (BRANDÃO 2006, p. 441)."
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Práticas pedagógicas
Para paulo Freire não existe alfabetização e educação sem o princípio da conscientização das mesmas. Freire fala da importância de conhecer o aluno e suas vivencias, iniciando assim o aprendizado a partir do que o aluno já sabe. Classificando assim em "Investigação, Tematização e Problematização".
Investigação- Professores e alunos buscam assuntos importantes do mundo em que vivem.
Tematização- Alunos e professores fazem uma analise e reflexão social.
Problematização- Os alunos são desafiados e inspirados por seus professores, a se tornarem críticos sobre o contexto vivido, buscando respostas e propondo soluções.
Investigação- Professores e alunos buscam assuntos importantes do mundo em que vivem.
Tematização- Alunos e professores fazem uma analise e reflexão social.
Problematização- Os alunos são desafiados e inspirados por seus professores, a se tornarem críticos sobre o contexto vivido, buscando respostas e propondo soluções.
terça-feira, 17 de julho de 2018
domingo, 3 de junho de 2018
Refletindo
Segundo Rays (2000) "Planejamento de ensino: Um ato político pedagógico".
" Pensar para repensar...repensar para agir...agir para transformar..."
O educador é um transformador de ideias, diante de seus educandos ele é o mediador do conhecimento, e deve mostrar para seus alunos que muitas vezes para aprendermos precisamos desconstruir alguns conhecimentos que pensamos já possuir, para instigar a vontade do saber mais.
O pensar para repensar, é voltar a pensar e analisar aquilo que entendemos.
" Pensar para repensar...repensar para agir...agir para transformar..."
O educador é um transformador de ideias, diante de seus educandos ele é o mediador do conhecimento, e deve mostrar para seus alunos que muitas vezes para aprendermos precisamos desconstruir alguns conhecimentos que pensamos já possuir, para instigar a vontade do saber mais.
O pensar para repensar, é voltar a pensar e analisar aquilo que entendemos.
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